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Como Fazer Conserva de Cogumelos Paris para durar meses fora da geladeira

Como Fazer Conserva de Cogumelos Paris para durar meses fora da geladeira

Quem trabalha ou aprecia cogumelos frescos sabe: o Cogumelo Paris é um dos mais versáteis e saborosos. Mas e quando sobra uma quantidade considerável, como no caso de feiras e vendas diretas? Jogar fora nunca é opção! Uma ótima solução é transformar os cogumelos em conserva artesanal, garantindo mais tempo de prateleira e um produto gourmet pronto para encantar clientes e família.

Hoje vamos ensinar um passo a passo simples de como preparar conserva de cogumelos Paris com pasteurização, técnica que prolonga a vida útil de forma segura e natural.

Com 1 kg de cogumelos Paris você vai envasar, em média, 4 a 5 potes de 300 ml.

Por que a pasteurização?

A pasteurização em banho-maria é um método caseiro que consiste em aquecer os potes já fechados em água quente. Esse processo cria vácuo interno e garante a eliminação de microrganismos, aumentando a segurança e a durabilidade da conserva — sem necessidade de conservantes artificiais.

Ingredientes (para 1 kg de cogumelos Paris)

  • 1 kg de cogumelos Paris frescos
  • 600ml de vinagre de álcool 5%
  • 300ml de água filtrada
  • 1 colher de sopa de sal (12g)
  • 1 colher de sopa de açúcar (12g) – (opcional, para suavizar a acidez)
  • Temperos opcionais: alho, louro, pimenta-do-reino em grão, alecrim

Como preparar a conserva

1. Higienizar e cortar

  • Limpe os cogumelos rapidamente em água corrente e escorra bem.
  • Retire as extremidades mais escuras dos talos.
  • Corte em metades ou fatias, ou deixe inteiros se forem pequenos.

2. Branquear

  • Em uma panela, ferva 1,5 litro de água (1500ml) com 2 colheres de sopa de vinagre de álcool 5% (20ml) e 1 colher de chá de sal (5g).
  • Mergulhe os cogumelos por 3 a 5 minutos.
  • Escorra e reserve.

3. Esterilizar potes e tampas

  • Ferva por 10 minutos ou leve ao forno a 120 °C (somente os potes, sem tampas) por 15 minutos.
  • Mantenha sobre pano limpo.

4. Preparar a calda

  1. Na panela: adicione
    • 2 ½ xícaras de vinagre de álcool 5% (600 ml)
    • 1 ¼ xícara de água filtrada (300 ml)
    • 1 colher de sopa rasa de sal refinado (12 g)
    • 1 colher de sopa de açúcar (12 g) – opcional, apenas para suavizar a acidez
  2. Temperos opcionais:
    • 3 folhas de louro
    • 5–6 dentes de alho levemente amassados
    • 10 a 12 grãos de pimenta-do-reino
    • 1 pequeno ramo de alecrim fresco
  3. Cozimento:
    • Leve ao fogo médio até levantar fervura.
    • Deixe ferver por 2 a 3 minutos, tempo suficiente para dissolver sal/açúcar e liberar os aromas dos temperos.
    • Se necessário, retire a espuma branca que se formar na superfície.
  4. Pronto para envase:
    • A calda deve ser usada ainda fervente para cobrir os cogumelos nos potes.
    • Isso ajuda a eliminar bolhas de ar, melhora a penetração da acidez e já inicia o processo de conservação antes da pasteurização final.

5. Envasar a quente

  • Distribua os cogumelos nos potes até 1 cm da borda.
  • Complete com a calda fervente.
  • Retire as bolhas de ar, limpe a borda e feche bem.

6. Pasteurizar (banho-maria)

  • Coloque os potes fechados em uma panela funda, cobertos com água 2 a 3 cm acima da tampa.
  • Quando ferver, conte:
    • 10 minutos para potes até 250 ml
    • 15 minutos para potes de 300 a 500 ml
  • Retire e deixe esfriar em temperatura ambiente.
  • As tampas devem ficar côncavas (afundadas), sinal de que o vácuo se formou corretamente.

Rendimento da Conserva de Cogumelos Paris (potes de 300 ml)

Quantidade de cogumelos frescosPeso após branqueamento (≈ -15%)Calda necessáriaRendimento totalPotes de 300 ml
1 kg850 g900 ml~2,5 litros4–5 potes
2 kg1,7 kg1,8 litros~5 litros8–10 potes
5 kg4,25 kg4,5 litros~12,5 litros20–22 potes
10 kg8,5 kg9 litros~25 litros40–44 potes

Resumo prático:

  • 1 kg → 4 a 5 potes (300 ml)
  • 2 kg → até 10 potes
  • 5 kg → até 22 potes
  • 10 kg → até 44 potes

Proporções da Calda para Conserva de Cogumelos Paris

Cogumelos frescosVinagre 5% (ml)Água filtrada (ml)Sal refinado (g)Açúcar (g)LouroAlhoPimenta-do-reino em grão
1 kg600 ml300 ml12 g (1 c.sopa)12 g (1 c.sopa)3 folhas5–6 dentes10–12 grãos
2 kg1.200 ml600 ml24 g (2 c.sopa)24 g (2 c.sopa)6 folhas10–12 dentes20–24 grãos
5 kg3.000 ml1.500 ml60 g (5 c.sopa)60 g (5 c.sopa)15 folhas25–30 dentes50–60 grãos
10 kg6.000 ml3.000 ml120 g (10 c.sopa)120 g (10 c.sopa)30 folhas50–60 dentes100–120 grãos

c.sopa = colher de sopa rasa

Resumo prático:

  • Sempre use a proporção 2:1 (vinagre:água).
  • Sal e açúcar acompanham: 12 g para cada litro de calda.
  • Os temperos são opcionais e podem ser ajustados ao gosto (aqui escalonados só para referência).

Receita Padrão da Calda (para 1 litro de calda pronta)

IngredienteQuantidade
Vinagre de álcool 5%670 ml (≈ 2 ⅔ xícaras)
Água filtrada330 ml (≈ 1 ⅓ xícara)
Sal refinado13 g (≈ 1 colher de sopa rasa + ½ colher de chá)
Açúcar (opcional)13 g (≈ 1 colher de sopa cheia)
Folhas de louro3 unidades
Alho5–6 dentes
Pimenta-do-reino em grão10–12 grãos

✅ Assim, basta multiplicar essa base de 1 litro de calda pela quantidade que você precisar.

1 kg cogumelos → 0,9 L de calda

  • 2 kg → 1,8 L
  • 3 kg → 2,7 L
  • 5 kg → 4,5 L
  • 10 kg → 9 L

Quadro Rápido de Calda para Conserva de Cogumelos Paris

Cogumelos frescosCalda necessáriaVinagre 5%Água filtradaSal refinadoAçúcar (opcional)LouroAlhoPimenta-do-reino
1 kg0,9 L600 ml300 ml12 g12 g3 folhas5–6 dentes10–12 grãos
2 kg1,8 L1.200 ml600 ml24 g24 g6 folhas10–12 dentes20–24 grãos
3 kg2,7 L1.800 ml900 ml36 g36 g9 folhas15–18 dentes30–36 grãos
5 kg4,5 L3.000 ml1.500 ml60 g60 g15 folhas25–30 dentes50–60 grãos
10 kg9 L6.000 ml3.000 ml120 g120 g30 folhas50–60 dentes100–120 grãos

Amanita rubescens | Cogumelo na Serra Gaúcha

Amanita rubescens | Cogumelo na Serra Gaúcha

Estes bonitos acredito serem da espécie Amanita rubescens, pelo tom rosado da estipe e do chapéu, por possuir um anel e pelas escamas brancas típicas dos cogumelos desse gênero.

Essa espécie é encontrada em associação com Pinus e eucalipto. É geralmente considerada comestível, se bem cozida e/ou com modo de preparo específico, como fervuras e descarte de água.

Eu pessoalmente não arrisco, ainda mais que é bem difícil achar informações precisas e confiáveis sobre modos de preparo – sem contar que o gênero Amanita possui alguns cogumelos bem tóxicos e a identificação da espécie pode não estar correta.

Foram encontrados sob Pinus, e na volta tinham vários Lactarius quieticolor também – essa área deu uma quantidade absurda de Lactarius esse ano! Mas esses Amanitas, só vi esse dia mesmo.

Esse foi o primeiro cogumelo dessa espécie que encontrei, talvez no futuro com mais experiência e aprendizados consiga experimentar, mas por enquanto melhor é só admirar a beleza que são os cogus desse gênero mesmo!

Como Inocular Culturas Líquidas Sem Contaminar – Guia Prático para Cultivo de Cogumelos em Casa

Como Inocular Culturas Líquidas Sem Contaminar – Guia Prático para Cultivo de Cogumelos em Casa

A importância da inoculação limpa

No cultivo de cogumelos, a cultura líquida é uma das formas mais eficientes de expandir o micélio e garantir inoculações rápidas e vigorosas em substratos. Mas para que ela cumpra seu papel, é fundamental que seja inoculada sem contaminações.
Bactérias, fungos competidores e até partículas suspensas no ar podem comprometer toda uma leva de cultura. Por isso, a inoculação precisa ser feita em ambiente controlado, com cuidado e seguindo boas práticas de higiene.


Preparando o ambiente

Antes de iniciar qualquer manipulação, o primeiro passo é garantir que o ambiente esteja limpo e seguro. No meu caso, a inoculação foi feita no laboratório improvisado dentro de um banheiro sem uso, já higienizado e esterilizado com a lâmpada UVC germicida.
O processo de preparação incluiu:

  • Limpeza profunda de pisos, paredes e superfícies com cloro e álcool;
  • Organização do espaço, retirando objetos desnecessários que poderiam acumular poeira;
  • Esterilização do ar com a lâmpada UVC antes de começar a inoculação.

Esses cuidados simples reduzem drasticamente o risco de contaminações.


Materiais necessários

Para inocular uma cultura líquida de forma segura, é importante separar os materiais com antecedência. Entre os principais estão:

  • Frasco com cultura líquida de mel já esterilizada e resfriada;
  • Sementes ou micélio que serão transferidos para a cultura líquida;
  • Seringas estéreis para manusear a solução;
  • Álcool 70% para higienizar as superfícies e utensílios;
  • Lamparina a álcool, usada para esterilizar agulhas e criar uma barreira sanitária.

Passo a passo da inoculação

  1. Esterilize o ambiente – ligue a lâmpada UVC antes de começar e mantenha o espaço fechado.
  2. Higienize as mãos e utensílios – use luvas, máscara e álcool 70% para limpar tudo.
  3. Prepare a lamparina – mantenha a chama acesa dentro da câmara de fluxo laminar para esterilizar agulhas e utensílios.
  4. Abra o frasco da cultura líquida dentro da câmara de fluxo laminar, reduzindo a exposição ao ar.
  5. Inocule o micélio – com a seringa estéril, transfira o micélio para dentro da cultura líquida.
  6. Feche imediatamente o frasco e higienize a parte externa.

Esse processo precisa ser feito com calma e atenção, evitando movimentos bruscos que possam levantar poeira ou permitir entrada de contaminantes.


Observando a cultura após a inoculação

Depois de inoculada, a cultura líquida deve ser armazenada em ambiente limpo e na temperatura adequada (geralmente entre 22°C e 26°C). Nos dias seguintes, é possível observar o crescimento do micélio em forma de filamentos brancos que se espalham na solução.
Se surgirem manchas ou cores diferentes (verde, preto, amarelo), é sinal de contaminação, e o frasco deve ser descartado para não comprometer o restante da produção.


Dicas para evitar contaminações

  • Nunca inocule fora de um ambiente protegido (como a câmara de fluxo laminar).
  • Sempre utilize seringas e agulhas estéreis.
  • Mantenha uma chama de lamparina acesa para esterilizar as agulhas e criar fluxo de ar ascendente.
  • Evite falar, tossir ou fazer movimentos bruscos durante o processo.
  • Trabalhe com calma: inoculação é um momento delicado que exige paciência.

Conclusão

Inocular culturas líquidas sem contaminação é um desafio que exige disciplina e boas práticas de higiene, mas é também o segredo para ter sucesso no cultivo de cogumelos.
Seguindo os passos corretos — ambiente limpo, materiais esterilizados e manipulação cuidadosa — é possível garantir culturas líquidas saudáveis, capazes de acelerar a colonização do substrato e aumentar a produtividade.
Essa técnica, mostrada em vídeo no canal Terra Fungi, é um exemplo de como o cultivo artesanal pode alcançar padrões próximos aos profissionais quando se alia organização, higiene e dedicação.

Receita de shimeji na manteiga Receita de shimeji na manteiga

Receita de shimeji na manteiga

Olá, CoguLover!

A receitinha de hoje é clássica e rápida! Ideal para preparar naqueles dias que chegamos exaustos em casa!

Para essa receita, você poderá optar por shimeji branco ou negro. Você sabe qual é a diferença entre eles?

O Shimeji branco é um cogumelo de cor branca, sabor suave e textura crocante. Já o Shimeji negro é um cogumelo de cor preta, com sabor mais forte e textura mais macia.

Bora aprender?

📝 INGREDIENTES

  • 200g de shimeji branco ou negro
  • 1 colher (sopa) bem cheia de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • Cebolinha a gosto

🧑‍🍳 MODO DE PREPARO

1.Limpe o shimeji e corte os talos de modo que eles fiquem soltos.

2.Esquente bem a frigideira e coloque a manteiga para derreter.

3.Acrescente o shimeji e mexa por aproximadamente 3 minutos (tem que ser bem rápido mesmo).

4.Acrescente o shoyu e mexa rapidamente.

5.Adicione a cebolinha, abafe e desligue o fogo.

💥TURBINE sua crepioca, torradinha, wrap, salada ou waffle com esses cogumelos. 🤤

🍄 E eu tenho a dica perfeita para você que não tem muito tempo para ir ao mercado: ASSINE o clube da Terra Fungi e receba seus cogumelos semanal ou quinzenalmente, sem precisar sair de casa!

Ou acesse a nossa loja e faça sua compra avulsa.

O que é Umami? Descubra sobre o quinto sabor do paladar

O que é Umami? Descubra sobre o quinto sabor do paladar

Você já ouviu falar sobre Umami? 🤔

Quem ama entender sobre gastronomia e adora cozinhar precisa conhecer e utilizar o quinto sabor em seus preparos! 🍄🍅

Sabemos que ao evoluirmos nas práticas culinárias vamos aprimorando nossas técnicas com foco no sabor, equilíbrio e ponto ideal de cozimento.

E, para fazer receitinhas deliciosas, aprender e saber aplicar o Umami é fundamental. Você vai perceber como os pratos ficam primorosos e também poderá verificar a satisfação do paladar através da reação de seus convidados e família.

Pensando nisso, hoje preparamos para você um conteúdo especial sobre o que é Umami. Aqui você vai aprender sobre quais alimentos naturais têm Umami e qual a finalidade de utilizá-los em suas receitas. Confira! 💚

O que é Umami

A palavra Umami vem da combinação das palavras, em japonês, Umai (delicioso) e Mi (gosto), então, seria o equivalente a dizer, em português, que um alimento com Umami possui um gosto delicioso.

Umami é um dos cinco gostos básicos do paladar humano. Assim como o doce, salgado, azedo e amargo, nosso paladar também consegue identificar com a língua este sabor maravilhoso. 🤤🤤🤤

O principal representante do sabor Umami é o aminoácido glutamato e possuímos em nossa língua humana receptores específicos para ele. Foi através desta descoberta científica que o sabor Umami foi reconhecido, nos anos 2000, pela comunidade.

Mas o Umami foi descoberto e divulgado aproximadamente 100 anos antes de ser reconhecido cientificamente, pelo professor Kikunae Ikeda, no ano de 1908, mais precisamente em 25 de julho de 1908. 

E, desde que começou a ser popularizado, a busca para integrar o Umami nos preparos gastronômicos só aumentou. Atualmente, ele é estimado por pessoas do mundo todo, sendo muito utilizado na gastronomia mundial.

Alimentos naturais que têm Umami

Agora que você já sabe o que é Umami, vamos conhecer quais alimentos naturais possuem o quinto sabor? Saiba mais a seguir! 

🍄 Os cogumelos são um dos poucos alimentos naturais que são ricos em Umami. Todos proporcionam a experiência deliciosa causada ao paladar pela combinação do glutamato com os sabores e aromas originais dos ingredientes.

Existem opções naturais de alimentos que podem ser combinadas com os cogumelos e que também têm Umami, como a cebola, o tomate, queijos, repolho chinês, berinjela, alcachofra, espinafre, peixes, frutos do mar e a alga marinha kombu. 🍅🧅🧀🍆

Não é todo mundo que sabe, mas o primeiro encontro que temos com o sabor Umami é através da ingestão do leite materno. Sim, é isso mesmo! O leite materno é muito rico no quinto sabor clássico e aproxima-se da complexidade do gosto dos caldos orientais. 

Potencializando o sabor dos alimentos com Umami

Apesar da palavra Umami ter origem japonesa, você pode encontrar receitas culinárias do mundo todo, não apenas em pratos do Japão ou orientais. Os alimentos saborosos que possuem Umami podem ser apreciados por pessoas ao redor do globo inteiro. 🌎

O gosto Umami é tão potente que pode ser detectado por toda a boca humana e pelas papilas gustativas da língua, independentemente de sua localização. Com ele, é possível potencializar o sabor dos alimentos. 🌟

Ele possui alto teor de glutamato, um intensificador de sabor com potencial de ser um elemento de ligação entre todos os ingredientes, que atribui profundidade e equilíbrio sensorial para uma refeição se tornar deliciosa.

Após comermos um alimento com Umami, como os cogumelos, o sabor permanece na nossa língua, causando uma sensação de bem-estar incrível! 😍

Dessa forma, ao utilizar ingredientes como os cogumelos e outros alimentos naturais que possuem Umami, você estará induzindo a produção de saliva, estimulando o palato, a garganta e a parte de trás da boca, proporcionando um sabor divino aos seus pratos.

Reduzindo o uso do sal com o Umami

Como apresentamos nos parágrafos anteriores, alimentos com Umami, como os cogumelos, são ingredientes chave em qualquer estratégia de nutrição devido ao fato de possuírem o quinto sabor em sua composição.

O químico e professor Kikunae Ikeda, constatou que os alimentos que possuem o aminoácido ácido glutâmico, têm o sal natural conhecido como glutamato monossódico.

E não é à toa que este sal passou a ser utilizado para realçar o sabor e aroma dos pratos, afinal, ele é um dos principais responsáveis pelo sabor Umami.

Desse modo, com o auxílio do Umami, é possível reduzir o teor de sal nos alimentos, sem perder a qualidade da experiência gastronômica. Assim, você consome refeições mais saudáveis e extremamente saborosas. 💚

Esta é uma excelente alternativa para quem foi diagnosticado com osteoporose, sobrepeso, obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares e doenças renais crônicas.

Além disso, diminuir o consumo de sal pode contribuir na prevenção de doenças. E ao utilizar o Umami natural dos alimentos seu organismo funcionará mais adequadamente. 

Portanto, não deixe de aproveitar as maravilhas do sabor Umami, consumindo nossos cogumelos orgânicos ricos em glutamato monossódico, direto das mãos dos produtores!

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